domingo, 6 de novembro de 2011

DIA SEGUNDO

Feira do Lavradiuo
Intervenções: Folia no Rio Antigo - Dia da Cultura no Polo Novo Rio Antigo














*Foto PB:  Thiago Filgueiras Ferreira*


*Poesia Marginal: Ontologia Patética - Autofágico - (I), por Guilherme Costa*





Boneca Musical - Garota de Ipanema



Cow Parade Rio de Janeiro 2011 - Vaca Carioca, por Andréa Teixeira Leite



Arcos da Lapa com Rafa e Thiago




Contra a Injustiça - Em Defesa do Rio (*)



Democracia Real - Ocupa Rio , Cinelândia permanente.






Travessa do Comércio





Casa França e Candelária



Primeira pisada em Copacabana




sábado, 5 de novembro de 2011

DIA PRIMEIRO










Lapa/Escadaria

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Poesia do dia...

Sou a vitima ou o carrasco

Sou culpado

Sou bandido

Em um texto decorado

Só me sobraste o improviso

Declamado pela pele

E esculpido pelos poros

Beijando sua boca

Eu utilizo só os olhos


- Recitada por João Victor, Poesia de Weber Teixeira*

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Metade

Que a força do medo que eu tenho,
não me impeça de ver o que anseio.

Que a morte de tudo o que acredito
não me tape os ouvidos e a boca.

Porque metade de mim é o que eu grito,
mas a outra metade é silêncio…

Que a música que eu ouço ao longe,
seja linda, ainda que triste…

Que a mulher que eu amo
seja para sempre amada
mesmo que distante.

Porque metade de mim é partida,
mas a outra metade é saudade.

Que as palavras que eu falo
não sejam ouvidas como prece
e nem repetidas com fervor,
apenas respeitadas,
como a única coisa que resta
a um homem inundado de sentimentos.

Porque metade de mim é o que ouço,
mas a outra metade é o que calo.

Que essa minha vontade de ir embora
se transforme na calma e na paz
que eu mereço.

E que essa tensão
que me corrói por dentro
seja um dia recompensada.

Porque metade de mim é o que eu penso,
mas a outra metade é um vulcão.

Que o medo da solidão se afaste
e que o convívio comigo mesmo
se torne ao menos suportável.

Que o espelho reflita em meu rosto,
um doce sorriso,
que me lembro ter dado na infância.

Porque metade de mim
é a lembrança do que fui,
a outra metade eu não sei.

Que não seja preciso
mais do que uma simples alegria
para me fazer aquietar o espírito.

E que o teu silêncio
me fale cada vez mais.

Porque metade de mim
é abrigo, mas a outra metade é cansaço.

Que a arte nos aponte uma resposta,
mesmo que ela não saiba.

E que ninguém a tente complicar
porque é preciso simplicidade
para fazê-la florescer.

Porque metade de mim é platéia
e a outra metade é canção.

E que a minha loucura seja perdoada.

Porque metade de mim é amor,
e a outra metade…
também...

- Ferreira Gullar

sábado, 18 de junho de 2011

COMUNICAÇÃO - b)


O embate cotidiano do público em geral com a arte parece não existir nem nos espaços públicos ou institucionais, nem nos espaços privados e nem tampouco nas tentativas, por parte dos artistas, de levar a arte para as ruas, onde teoricamente este embate deveria acontecer.

- Projeto DE COR, Luciano Mariussi
*Circuito Sesc 2011 - É Crédito ou Débito








sexta-feira, 3 de junho de 2011

bandeiro, vou bandeira
não se esconda anhanguera
eu morri pra te encontrar

- Weber Texera
*Foto por Yara Lopes